UNOAMERICA denuncia fraude nas eleições bolivianas

Incrível como a Esquerda Latino-americana consegue se superar a cada em enganar a população geral. Desta vez não foi Chavez o responsável (direto), mas sim o filhote, Evo Morales.

A UNOAMERICA, União das Organizações Democráticas da América, denunciou que foi arquitetado e colocado em ação um plano de fraude massiva nas eleições, plano este criado em Cuba por Fidel Castro e financiado por Chavez (olha ele aí de novo).

Em 6 de novembro deste ano, a UNOAMERICA havia assinalado uma série de inconsistências nas eleições bolivianas. Dentre estas, principalmente, a impossibilidade da oposição de realizar comícios, entre outras irregularidades como:

1. Uma intenção perseguição judicial contra o principal opositor, Manfred Reyes Villa.

2. Impedimento de realizar campanha ao principal candidato a vice-presidente, Leopoldo Fernández, que se encontra preso a mais de um ano, sem condenação.

3. Violação sistemática do marco normativo eleitoral por parte do governo atual.

4. Violência política exercida por grupos de chque do partido governista.

5. Violações ao voto secreto sob a figura do "voto comunitário".

6. Financiamento pouco transparente da campanha de Evo.

7. Crescimento suspeito em colégios eleitorais que, em várias localidades, passaram de 300%.

8. Participação na elaboração de novo padrão para uma empresa venezuelana acusada de colaborar com a fraude de Hugo Chavez.

9. Denúncias de cartórios eleitorais sobre 175 máquinas de registro biométrico carregadas com 3.000 inscrições a mais cada.

10. Pressão do governo sobre o Conselho Eleitoral, com ameaças de processos e investigações por parte da Controladoria, com fim de manipular o conselho.

11. Habilitação irregular de em torno de 100.000 eleitores, sendo esta a origem das pressões do governo.

12. O Conselho não entregou a lista com as digitais e fotografias aos partidos.

13. Em várias mesas de votação foi constatada a existência de listas sem fotografias dos candidatos opositores.

14. Em várias partes do país, o governo forneceu transporte em ônibus e outros veículos no dia da eleição.

A UNOAMERICA ainda afirma que estas irregularidades ainda colocam em dúvida toda a validez das eleiçõs. A UNOAMERICA faz um chamado a todos as missões eleitorais presentes na Bolívia para não serem cúmplices desta fraude, reconhecendo as denúncias e um chamado a rechaçar o modelo totalitário que se pretende instalar na Bolívia por Evo Morales, com apoio dos alidados do Foro de São Paulo.

Retornando às atividades

Finalmente, após um período de vacância, finalmente retorno ao blog. O afastamento foi por motivos pessoais e profissionais, o qual agora vejo com grande satisfação o resultado de todo o sacrifício realizado.

Logo em breve pretendo postar novos temas para reflexão no blog.

Mensagem sobre Israel

A população global judia é de aproximadamente 14.000.000.00, ou seja de 0.02% do total da população mundial.
Os judeus não aparecem com seus cadáveres nas ruas, gritando e exigindo vingança.
Os judeus não promovem lavagem cerebral nas crianças nos campos de treinamento militar, tão pouco ensinam como ser homens bombas para causar perdas a outros grupos não muçulmanos.Os judeus não seqüestram aviões, nem matam atletas nas olimpíadas.
Os judeus não traficam escravos, nem tem líderes clamando por Jihad e morte a todos os "Infiéis"
Os judeus não têm o poder econômico do petróleo, nem as possibilidades de forçar a imprensa mundial a ver "Seu lado da história”
Talvez o mundo Muçulmano deveria investir mais na educação formal e menos em acusar os Judeus de seus problemas.
Seja qual for a sua opinião sobre a crise entre Israel, os palestinos e os seus vizinhos árabes, mesmo que você acha que há mais falta da parte de Israel, quaisquer que sejam seus argumentos, as duas frases seguintes dizem tudo:
Se os árabes hoje abaixarem suas armas, não haverá mais violência no mundo. Se os Judeus hoje abaixarem suas armas, não haverá mais ISRAEL.
DADOS HISTÓRICOS DE ISRAEL E JERUSALÉMO primeiro estado de ISRAEL foi fundado em 1312 A.C. Dois milênios antes do Islã.
Refugiados árabes de ISRAEL começaram a chamar a si mesmos de PALESTINOS em 1967. Duas décadas depois do "NOVO ESTADO" de Israel.
Depois de conquistar sua terra em 1272 A.C. os judeus governaram por mil anos e manteram sua constante presença por mais 3.300 anos. O único governo árabe depois da conquista no ano 633 A.C. durou apenas 22 anos.
Por mais de 3.300 anos JERUSALÉM foi a capital judia. Nunca foi a capital de nenhuma identidade árabe ou muçulmana. Inclusive debaixo do domínio da Jordânia oriental. JERUSALÉM nunca foi nomeada sua capital e nunca teve a visita de nenhum dirigente árabe.
JERUSALÉM é mencionada mais de 700 vezes na Bíblia, e nenhuma vez é mencionada no Alcorão.O rei Davi fundou JERUSALÉM; Muhammad nunca pisou em JERUSALÉM.
Os judeus oram voltados para JERUSALÉM, os muçulmanos oram voltados para MECA dando as costas para JERUSALÉM .
Em 1948 dirigentes árabes pediram a seu povo para abandonar a cidade, prometendo-lhes limpar a região da presença dos judeus. E 68% da população muçulmana se foi, sem sequer, olhar a um soldado israelita. A grande maioria da população judia nos estados muçulmanos tiveram que emigrar como resultado da violência. Ao redor de 630.000 árabes abandonaram ISRAEL enquanto que um milhão de judeus foram forçados a abandonar os países muçulmanos.
As constituições de FATAH e HAMAS ainda proclamam a destruição de ISRAEL. ISRAEL cedeu a maior parte da orelha ocidental e a franja de GAZA a autoridades palestinas e inclusive lhes proporcionou armamento.
Durante a ocupação da Jordânia, os centros sagrados judeus foram saqueados, e o governo proibiu que fossem visitados por judeus. Baixo o governo Israelense, todos os muçulmanos e cristãos tem acesso a seus centros sagrados/religiosos.
Das 175 resoluções das Nações Unidas até 1990, 97 estavam contra ISRAEL. Das 690 resoluções da Assembléia Geral, 429 estavam contra Israel.
As Nações Unidas manteram silêncio quando os jordanianos destruíram 58 sinagogas na antiga cidade de JERUSALÉM.
Manteram silêncio quando os jordanianos saquearam o antigo cemitério do Monte das Oliveiras.
E manteram silêncio quando os jordanianos lançaram as leis de apartheid proibindo o acesso dos judeus aos templos e ao muro oriental.
Estes são momentos de provas para todos nós. . .
Temos que perguntar o que é que devemos fazer e o que vamos contar a nossos netos acerca de nossas ações durante esta crise, quando podemos fazer algo a respeito e fazer a diferença.
Comecemos agora! Envie esta mensagem a seus amigos, judeus ou não, não importa.

Após a mentira...

Um bom dia para estréia deste blog.

Ontem, 1º de abril, é chamado de Dia da Mentira. Li em algum lugar "Dia do Lula". Infelizmente, faz total sentido.

Primeiro, minhas pretenções: não quero ser um "jornalista", não quero ser um "blogueiro" ou qualquer título que porventura eu seja agraciado. Sou apenas um "bom cidadão". Um bom cidadão igual a você que sai para trabalhar de manhã, que deixa seus filhos na escola, que almoça, volta ao serviço, e no fim da tarde reencontra sua família e espera poder desfrutar de momentos agradáveis com sua esposa (ou marido) e filhos. Um bom cidadão que paga seus impostos em dia, ou pelo menos tenta, já que nosso governo "come" quase toda a renda do brasileiro em impostos e contribuições. Um bom cidadão que quer ver policiais prendendo bandidos e protegendo os cidadãos e não prendendo cidadãos e protegendo bandidos. Um cidadão que está cansado de todos os dias ver que tudo que nossos antepassados lutaram para construir, vem ruindo: nossa moral, nossa honra, nossas Liberdades, nossos bens, tudo vem sendo dilapidado estratégicamente pela esquerda latino-americana. Um cidadão que já cansou de sofrer calado.

E o que você vai encontrar aqui? Não sei, talvez alento, talvez paz de espírito, talvez raiva, angústia, aflição, medos, qualquer coisa. Mas o importante que você encontrará aqui é: VERDADE. A Verdade como ela é, não como é forjada para parecer ser. Que a Luz do bom Deus me ilumine e que possamos mudar a história de nosso país para que em um futuro próximo, eu não esteja escrevendo de um país distante, refugiado de uma guerra ideológica.